07/09/2014

Assisti: "Se Eu Ficar"

Assim como já disse em um post anterior, na página do blog no Facebook e no Twitter, fui quinta-feira ao cinema para assistir ao filme "Se Eu Ficar". Tinha acabado de ler o livro na tarde do mesmo dia, e como a sessão era às 19h50min, consegui me arrumar a tempo, encontrar minha amiga no terminal de ônibus, comer alguma coisa no shopping e ainda passar na livraria antes do filme começar. Ah, e claro que já tínhamos comprado os ingressos assim que chegamos, para não ter nenhum imprevisto na hora de entrar.

Assim como o livro, o filme já começa com o acidente de carro de Mia e a família. Quando ela se levanta, não é respondida pelos bombeiros e vê seu próprio corpo jogado no chão, entra em desespero por não saber como sair da situação. E já que o corpo é levado ao hospital pelos enfermeiros após informarem que ela está em coma, Mia decide entrar na ambulância. Com alternância de acontecimentos do presente e memórias do passado, o filme nos arranca risadas, mas também muitas lágrimas nas cenas que acontecem no hospital. A mudança de tipo de cena é tão brusca que mal começamos a chorar e já secamos o rosto e começamos a rir - o que não achei um defeito, apenas diferente. E é então que o filme se resume em Mia escolher permanecer viva perto de seus avós, sua melhor amiga e seu namorado, Adam, ou desistir de seus sonhos e dar adeus às pessoas que ama.


As cenas entre Mia, interpretada por Chlöe Grace Moretz, e Adam, interpretado por Jamie Blackley, são as que arrancam suspiros no filme. Como ela ama música clássica, e ele ama rock, as diferenças já começam por aí. Mas não é por isso que o amor entre os dois torna-se impossível. Há umas cenas tão lindas que não tem como não se emocionar. Além de várias cenas em que Mia toca violoncelo, seu instrumento de paixão.


Achei os atores perfeitos para as personagens do livro. Admito que não conhecia Jamie ainda, mas ele me surpreendeu com a atuação. Chlöe atuou muito bem e, apesar de ter faltado lágrima em alguns momentos, sentimos na pele o que ela está vivenciando.


A avó (Gabrielle Rose) e o avô (Stacy Keach), principalmente o último, me fizeram lembrar muito dos meus avós, tanto que eu não consegui parar de chorar na cena em que o avô conversa com Mia no hospital, mesmo em coma. Liana Liberato interpreta Kim, melhor amiga de Mia, e que nos faz rir com muita coisa que diz. Já os pais, Kat e Denny, são interpretados respectivamente por Mireille Enos e Joshua Leonard. Admito que no começo não acreditava muito na atuação deles, mas com o tempo percebi que eles se encaixaram muito bem nos papéis. Diferente de Jakob Davies, que interpreta Teddy, achei que ele foi o melhor ator escolhido, tão fofinho, hehe.


As cenas do hospital são tensas, mas um pouco paradas também. Claro que mais pro final você quer ver uma solução para todos os problemas, então o nervosismo só cresce.

O filme é um drama, então não tem como negar que é feito para chorar mesmo. Diferente do livro, em que não chorei, o filme nos mostra as coisas com mais intensidade, mas é bem fiel à história escrita por Gayle Forman.

Lançado em 22 de agosto nos Estados Unidos, aqui no Brasil foi lançado dia 4 de setembro, dia que assisti no cinema. Digo que vale muito a pena, apesar de ter me arrependido um pouco de ter ido logo na estreia, já que umas garotas de uns 14 anos não paravam de gritar na sessão. Gente, cadê o respeito? Rs. Mas bom, quando eu olhei pro lado minha amiga estava se acabando em lágrimas, então ninguém sai ileso.

Para quem se interessou pelo filme, coloquei o trailer abaixo:


Depois de assistir ao trailer de novo, deu vontade de assistir ao filme mais umas três vezes. E agora, quem quer ir comigo?

Espero que tenham gostado do post. Beijos e até a próxima.
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